quinta-feira, 27 de março de 2014

A Mitologia de William Wallace: Filme vs Livro

No ano de 1997, sairia o filme que levaria uma mitologia local da Escócia para o mundo todo. William Wallace foi o responsável pela a total independência da Escócia e para muitos, da Irlanda que até o ano de 1230, eram totalmente dominados pelo comando de Eduardo l, o rei da Inglaterra.  Wallace é hoje conhecido mundialmente como um símbolo de liberdade e luta por direitos no mundo todo, graças ao grande reforço, feito de maneira incrível em uma adaptação para o cinema, onde deixou o ator Mel Gibson consagrado com a sua incrível atuação, protagonizando William Wallace. Primeiramente é necessário conhecer esse tal mito, pois existem muitas dúvidas a respeito. De como ele foi capturado? O que ele realmente era antes de se tornar um rebelde? Qual o motivo maior disso tudo?. 


O filme retrata uma maneira bem romantizada de toda a situação ocorrente (padrão de Hollywood), mas mesmo assim não deixa de ser incrível. “Coração Valente” teve uma repercussão mundial enorme e incrivelmente bem respondida pela crítica, mostrando um desempenho do filme enorme e uma capacidade de mudança de gênero incrível, como em algum momento do filme, você esta emocionado pelo romance do protagonista, logo depois você fica triste com algum ocorrido e em seguida todo aquele gênero épico vem de uma maneira tão construída pelo os antigos fatos que você esquece deles. Outro fato notável são os diálogos do filme que te deixa arrepiado e incrivelmente focado a cada palavra desenvolvida e a cara discurso feito por Wallace, até a sua palavra final, o famoso “FREEDOM” que retrata o filme por completo. Do começo até o fim, é incrível observar a fidelidade de Wallace do início até o fim do filme. Dês de o momento em que sua amada morre até o final, é incrível notar a maneira que ele se desenvolve pelo seu objetivo e como ele desempenha todas as batalhas, e o modo de como ele convence todos os civis da Escócia, toda aquela população vulnerável, se tornando um exército fortemente armado, e que agora já se aliava ao Rei Robert The Bruce e a toda a sua armada, que logo alem se venderia por dinheiro a Inglaterra traindo Wallace, que também é visto de uma maneira muito inusitada. “Coração Valente” é considerado épico e incrivelmente comovente, mas vou avisar que as cenas de batalha deixam um pouco a desejar no quesito realidade, pois você pode até mesmo notar uma van no fundo do cenário, mesmo assim elas são muito bem elaboradas e atuadas. Vencedor do Oscar de melhor filme e direção, elevando a carreira de Gibson.

Já em 2012 apareceu um historiador, escritor e compatriota nato escocês chamado Jack Whyte, praticamente implantando toda sua pesquisa e artefatos históricos e a cultura da época, em um romance que na minha opinião, retratou de uma maneira muito aberta e construtiva todo aquele momento vivido por Wallace e desmentiu todo os erros históricos feito pelo filme, que logo depois veio a ser considerado o filme com mais erros históricos da história. Whyte traz 400 páginas de puro conhecimento patronal e uma vida completamente corrupta, com absurdos e abusos que retratam a idade média pelo sua velha fama de ser “brutal”.  O livro é completamente independente do filme, trazendo uma nova história e um novo motivo de William começar toda a sua busca por liberdade. Já notamos de cara uma narrativa feita por outro personagem chamado James, que era primo de William que foram estuprados por soldados ingleses quando eram criança (já da para ter uma noção do porque do ódio), e verem toda a sua família ser assassinada brutalmente. Até então eles vão parar no local onde seu tio se encontra (como no filme) com a ajuda de um arqueiro Irlandês. La será o local onde irão viver, e também serem treinados a manusearem o arco e a flecha como os maiores profissionais da elite da guarda Escocesa. O diferencial do livro, é que Wallace não precisou de um motivo específico para começar toda a sua rebelião. O personagem já criou todo o seu ódio e todo o argumento que foi usado como justificativa ao longo do livro, o que  facilitou de uma forma genial a leitura e conhecimento de todo o acontecimento da época. Porém o livro chega a ser chato em alguns pontos e muito cansativo, que pelo menos é bem recompensado com a conclusão de todo aquele conteúdo que você “empurra com a barriga”. A narrativa detalhada também é uma característica que eu adora e que praticamente flui somente neste gênero "histórico fictício". A obra é completamente narrada pelo seu primo James que logo depois vira o padre que fará a última confissão de William, que é torturado e traído de uma maneira muito marcante. Ambas as obras são incríveis e de pegadas diferentes, e não pense que as histórias se adaptam umas as outras, as duas versões são independentes e não tem nada a ver uma  com a outra.

Vejam meu canal de games ai galerinha do BAD. Toda semana uma coisa bacana, assim como a série do incrível game Donkey Kong Country e toda a sua revolução.
Canal: LaTetaGAMES 

segunda-feira, 10 de março de 2014

O Estilo ‘‘MOBA’’, da história ao vício.

Enfim um post falando sobre um game que me viciou atualmente. O estilo MOBA (Multiplayer Online Battle Arena), trouxe uma proposta de deixar todos aqueles gamers com muito tempo livre muito mais viciados. O MOBA nasceu basicamente no ano 2009 quando surgiu o game Defense os the Ancients (DOTA), que trouxe um dos criadores do até em tão badalado e super jogado até hoje, Warcraft 3, e o estilo do game para uma plataforma muito mais leve em um mundo aberto totalmente amplo para uma jogatina daquelas de semanas, meses e anos. Depois de Seis anos de fama do incrível DOTA, a Riot Games trouxe um termo um tanto quanto diferente para o gênero que era chamado pelo nome do único game, DOTA, que era conhecido simplesmente como ‘‘jogo de estratégia em tempo real’’, e então a Riot implantou o gênero MOBA para o seu maior game e até então o game online mais jogado do mundo, League of Legends. Então até hoje temos a grande briga de gamers defendendo aquilo que gostam. Com certeza se você ama esse meio tecnológico você já ouviu uma briga assim: ‘’LOL é uma merda, DOTA rules’’, ‘’ DOTA é uma bosta, LOL sim que é um MOBA’’. Pois bem meus amigos, no final das contas todos eles são farinha do mesmo saco. O League of Legends foi sim inspirado em DOTA, mas na minha opinião ele te oferece elementos que são melhor aproveitados no cenário do que no próprio DOTA, sem criticar o jogo, e a maneira de como o jogo ocorre é muito (me desculpe pelo ênfase) mais muito mais fluente que o DOTA, que no caso (na minha opinião) as batalhas são bem lentas. E para os fãs de DOTA, o game foi inspirado no antigo modo de jogo do game Starcraft, ou melhor, em um game adaptado pelos criadores e ex-funcionários da Blizzard, que hoje habitam sabem onde? Na Riot Games, criadora do League of Legends, então garotada, sem essa conversa de que o LOL é uma cópia barata do DOTA. Mas enfim, eu não posso ficar criticando o DOTA, afinal ele foi o pai de todos os MOBAS que existem hoje, e com certeza você não estaria jogando nenhum outro game do gênero se não fosse por eles. O primeiro Defense os the Ancients veio com uma revolução fantástica fazendo a cabeça de todos os viciados em estratégia da época explodirem. E incrivelmente o game teve uma resposta tão rápida que a quantidade de inscritos multiplicava em semanas. A jogabilidade era simples, mas tinha o necessário para fazer uma partida ser muito comovente. Uma vantagem do DOTA, é que no game você vive mais seu herói, ou seja, você consegue aproveitar melhor a jornada que a partida te da com ele, já nos outros MOBA’s, você usa eles como uma simples peça para vencer a partida, o que na realidade eles são, mas eu achei esse um ponto brilhante do DOTA por fazer uma jornada a cada partida.


E em 2013 saiu o DOTA 2 que trouxe vários mapas com um visual incrivelmente bonito, porém super desnecessário para um jogo do estilo. No game você pode ver muito de Warcraft 3 e muita fantasia adaptada do estilo RPG par o MOBA. Mas o game não trouxe uma resposta muito convincente para todos os adoradores do estilo, pois a Riot trouxe atualizações com um empenho de tirar o chapéu em League of Legends.




Isso ae galera. No final das contas, cada um joga o que quer. Abraço

Obs: Ja joguei os dois games e sei de todos os pontos que citei.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Vencedores do Oscar 2014

Na última noite de Domingo aconteceu a famosa premiação da Academy Awards. Com todo o glamour que já se tornou tradição em todos os anos, a Academia trouxe os melhores obras do ano de 2013 e alguns do começo de 2014, e então os críticos encarregados para a escolha dos consagrados, fizeram as devidas premiações, na minha opinião, com algumas surpresas e pela primeira vez, vi premiações justas e umas disputas totalmente acirrada. O Oscar deste ano trouxe vários momentos descontraídos e inusitados, como pedir uma pizza no meio das premiações, e por o Brad Pitt para entregar pratinhos de plástico. A apresentadora do Oscar e também de seu TalkShow Ellen DeGeneres, desempenhou um papel muito bem feito e divertido de se assistir, deixando a premiação de uma maneira diferente dos anos anteriores. No post de hooje, aproveitarei para falar de todos os filmes e astros ganhadores, e aproveitar para fazer uma resenha, o que deixara um pouco extenso, porém muito fluente.

Começando com os prêmios de melhor ator dramático e ator coadjuvante. O filme ‘‘Clube de Contas Dallas’’ veio com a história real de um aidético chamado Ron Woodroof. Logo no início do filme podemos retratar todo o vício do protagonista e a sua não importância pela saúde, o abuso gigantesco de drogas e a maneira inusitada de como ele pega o vírus da HIV são pontos cruciais do filme. O que deve ser citado é o preconceito no início do filme, seguido pelo sua compreensão ao longo da vida que o filme te leva. O ator Matthew McConaughey ganhou o Oscar de melhor ator, onde a mídia o descreveu como impecável. Eu concordo que ele atuou muito bem e conseguiu viver o papel com um empenho incrível de emagrecer 20 quilos (o que eu sei muito bem como é difícil), e comoveu a cada cena que o filme propôs em relatar acontecimentos reais, isso empolgou bastante. Mas acho que de todos os concorrentes, ele ficava em segundo lugar, não que ele atuou mal, simplesmente por que alguém atuou melhor. O diretor Jean-Marc Vallèe sugou o máximo de cada um de seus astros para que os personagens não saíssem daquela realidade do papel, o que deu também o prêmio de ator coadjuvante para Jared Leto que fez o papel de um travesti também aidético, e com o mesmo esquema de emagrecer 20 quilos. O ator e líder da banda 30 Seconds To Mars que é muito boa por sinal, convenceu o público e até a mim, pois duvidava um pouco de seu trabalho, que é muito bom em várias coisas. Ainda acho ele aquele tipo de cara ‘‘quebra galho’’, mas concordo que em todas suas aparições, ele vem de forma magistral e foi  merecidamente premiado. O filme retrata a busco de Ron pela a justiça de banir um remédio usado para testes por médicos da cidade de Dallas chamado AZT, que é altamente tóxico.


No ano de 2013 o Mexicano Alfonso Cuarón lançaria um sistema de efeito visual inovador. Usando uma mecânica lenta e aqueles pequenos detalhes visuais que atacam o espectador de uma maneira não só visual, mas também é capaz de fazer você se colocar no filme e se sentir ofegante com todas as cenas que a personagem Ryan Stone (Sandra Bullock) está buscando por oxigênio. O filme retrata uma operação espacial por um grupo de astronautas, que acaba sendo interrompida por uma explosão de um satélite Russo onde reage de um jeito científico, e provoca várias ondas de restos de satélites, despedaçando todos os outros satélites existentes no espaço. A tensão do filme foi um dos pontos principais da série, como já citei, você vive cada momento das cenas e acaba passando por uma experiência que eu particularmente acho incrível um filme fazer, que é a sensação de você ficar tão vidrado em uma obra e ela passar de uma maneira incrivelmente rápida, e daí você percebe o quanto você se fixou naquilo. Outro ponto incrível é com certeza a trilha sonora, que foi responsável por três dos sete Oscars que o filme ganhou. Steven Price fez um trabalho magnífico com um ambiente muito difícil, pelo fato do espaço ser um silêncio, ele conseguiu compor uma trilha tão significante que alem de contribuir ao ambiente, conseguiu empolgar ainda mais a cada cena que ela se submetia. Alfonso Cuarón agora pode ganhar muito mais o mundo com um Oscar em sua estante de melhor diretor, pois já provou que seu trabalho é incrível.

O Lobo de Wall Street foi um dos poucos filmes que concorriam ao melhor do ano que não levou nada. O diretor Martin Scorsese trouxe o astro Leonardo DiCaprio para protagonizar a vida de um antigo corretor envolvido em escândalos bilionários de corrupção. Jordan Belfort era um viciado em sexo e drogas após abrir sua própria empresa chamada Stratton Oakmont, que foi a responsável por uma lavagem de milhões de dólares  nos anos 90. O filme também tem como foco mostrar como era o local de trabalho da empresa de Belfort, que mostrava não ser nada ortodoxo. Com muita orgia e drogas livres, os funcionários podiam fazer o que quisessem dês de que fendessem uma certa cota mensal. Um filme um tanto quanto odiado por alguns, mais todos temos que concordar que essa atuação de Leonardo DiCaprio foi no mínimo ÓTIMA. O modo como ele ostentava toda sua fortuna na cara do mundo e a cada cena que ele se alterava e mostrava todo seu empenho foi tremendamente bem feito. Óbviu que não foi um personagem tão difícil e com uma história tão comovente coma ao do vencedor Matthew, mas esse estilo anti-herói do mundo urbano não é nada fácil de fazer, por mais ‘’Filho da puta’’ que ele seja, você vê Belfort como uma figura motivacional para quem quer ser um vendedor ou até um mercador do ramo. Um incrível filme com uma atuação que ao meu ver, deveria ter sido dada ao DiCaprio como melhor ator, sem desmerecer o Sr McConaughey que também teve uma breve participação no filme interpretando o empresário Mark Hanna que serve de inspiração a Jordan no início.

A belíssima Australiana Cate Blanchett levou pela segunda vez o Oscar de melhor atriz, com uma atuação digna de elegância, que já esbanjou em todos os seus filmes como ‘’O curioso caso de Benjamin Button’’ , ‘’Robin Hood’’ e sem falar na atuação fantástica do universo Tolkien com ‘’O Senhor dos Anéis’’ e ‘’O Hobbit’’. Com Blue Jasmine não foi diferente, onde conta a história de uma garota da mídia, que de repente fica podre e começa a correr atrás de uma vida normal. Indo no mesmo sentido de Atriz, o prêmio de Atri coadjuvante foi o mais belo, na minha opinião. Em uma categoria acirrada que contava com a queridinha de Hollywood Jennifer Lawrence, se encontrava no meio de tanto talento uma garota de nacionalidade Queniana chamada Lupita Nyong'o, que encantou os olhos da mídia e de todos aqueles que assistiram a obra da dupla Steve e Brad. Lupita mostrou empenho e emoção em um filme extremamente focado em dialogo, onde roubou a cena de uma maneira absurda, essa merece os parabéns do mundo.

Para fechar, finalmente a na minha opinião, grande obra de Steve McQueen (Diretor) e Brad Pitt (Produtor), que foram os responsáveis por pegar toda essa obra vivida nos anos 40, onde mostrava todo o tratamento escravo e como funcionava o trabalho dos negros nas plantações de cana e como era o sistema americano na época. Não vou parar aqui e explicar muito pois você pode ir no post de número 06: ‘’A Estranha Escravidão Americana’’. O protagonista Chiwetell Ejiofor convenceu no papel de Solomon Northup, um musico americano que é traído e vendido como escravo para uma fezendo na cidade de Louisiana em Nova Orleans. O elenco é forte, mas isso não é o que importa no filme, e sim toda a vivência da época que o filme te leva. O filme tem uma pegada muito lenta e um foco imenso nos diálogos, mas praticamente todas as cenas leva a você toda aquela emoção de uma época onde era sofrida e considerada uma era de descobertas para a humanidade. Um roteiro digno de Oscar e incrivelmente escrito por John Ridley que é especialista nesta pegada dramática. Um filme na minha opinião fantástico, feito com poucos recursos e uma adaptação de uma história real incrivelmente bem feita e comovente, mesmo sendo lento ele te deixa vidrado a cada fala e a cada momento que o filme te propõe, digno de Oscar.




Good Bye. E venho avisar que logo tem Gameplay no youtube. 

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

As adaptações cinematográficas da MARVEL

Finalmente já esta no ar para todo o mundo da internet, o teaser com as primeiras imagens mostrando a nova façanha do universo MARVEL para as telonas. O tão aguardado ‘‘Guardiões da Galáxia’’ ainda não tem data de estréia, mas a parceria junto com a Disney já deixou avisado que tem planos futuros para a nova franquia, como colocar o ‘‘Homem de Ferro’’ dando aquele ênfase maior no novo filme dos ‘’Vingadores’’, já que o aclamado novo vilão pode ser uma peça fundamental na inserção do narcisista Tony Stark. 

Agora voltando ao titulo do post, vamos puxar algumas coisas do fundo ou até atualmente, para mostrar algumas das adaptações feitas, tiradas dos quadrinhos, já que 99% das obras vieram deles, e como foram ampliadas em um mundo onde a mídia é movimentada de um modo visual mais drástico. Dês de o legado de Joe Simon até hoje, com todas as adaptações, vou debater e expressar algumas obras que achei muito cativantes e outras horríveis perto da HQ.


Se eu fosse Stan Lee bateria com a cabeça na parede dez mil vezes ao ver a todo aquele roteiro meloso e horrível em ‘‘Demolidor’’ interpretado pelo galã atual, e um bom ator, Ben Afleck. Nos quadrinhos o grande Murdock vivia a vida de uma maneira tão diferente como um anti-herói, capaz de fazer o que tinha de ser feito por justiça. Já no filme ele hesita isso de uma maneira que nunca seria ouvida pelo personagem, contando também o modo como o personagem aceita o fato dele ser cego, não que isso não seja legal para um deficiente da vida real, mas para o legado construído nos folhetos antigamente e toda aquela história incrível que vinha com ela, isso foi péssimo ao tirar do espectador que ia para o cinema ver todo aquele sofrimento retratado ao bom e velho modo Sci-Fi. E nem vou comentar no modo horrível de como ele fica cego e ganhas toda aquela ‘‘magia’’.


Stan Lee  e  Jack Kirby  no começo dos desenvolvimentos.

Pelo menos o velho Stan viveu para ver a grande atualização de seu longa seguinte, ‘‘ Homem Aranha’’, onde tivemos duas versões que foi evoluída  de uma maneira comovente e muito atrativa. Primeiro temos a versão do início da era 2000 com o diretor Sam Raimi, que foi extremamente péssima e sem graça. As únicas cenas do filme que foram realmente boas foram as de ação. E ali vemos o Spider Man como um herói para o povo, onde de novo temos um caso que desmente as HQ’s. Na história Peter Parker é um ‘‘pamonhão’’ na faculdade. Onde não existe aquele empolgante sarcasmo do protagonista perante aos valentões da escola e claro, contra os inimigos. A atuação do até hoje desconhecido Tobey Maguire, foi na minha opinião razoável, ele recebe muitas criticas como ‘‘A COMO HOMEM ARANHA ELE ESTÁ HORRÍVEL’’. O que está ruim no filme não é ele e sim o roteiro muito, mas muito fraco. Tenho uma boa admiração pelo diretor Raimi, mas confesso que essa triologia não passou de um filme família. Mas em 2012 o grande diretor de videoclipes Marc Webb, trás uma nova saga independente da anterior. E agora sim, tudo aquilo que os fãs queriam ver foi incluso. Andrew Garfield conseguiu protagonizar de uma forma comovente, aquele Peter Parker inteligente e pesquisador que sempre foi visto nas revistas e animes. E claro que ainda bem, implantaram o verdadeiro método de como é usada as suas teias. ‘’ O Espetacular Homem Aranha’’ coloca o vilão Lagarto como o primeiro desafiante do herói, o que sempre foi dito nos quadrinhos, e agora na sequência que irá ser lançada este ano, iremos ver o aclamado e um dos mais difíceis oponentes Electro. O filme é bem aguardado pelos fãs que esperam ver pelo menos uma aparição da paixão Mary Jane.



Saindo dos heróis soltos para uma liga inteira. Depois de vários filmes solo lançados, finalmente no ano de 2012 saiu o esperado ‘‘Os Vingadores’’, a liga mais aclamada da MARVEL. Reunindo superheróis poderosos, a agencia SHIELD consegue trazer os sete melhores da época. Homem de Ferro, Hulk, Thor, Capitão América , Guardião Arqueiro e Viúva Negra. O primeiro filme teve como vilão Loki, o irmão de Thor que seguiu a continuação de seu primeiro longa. Os atores comoventes que protagonizaram os principais heróis, vem fazendo um papel ótimo. Temos alguns deles que são daquele tipo ‘‘muito mais ou menos’’, como no caso de Chris Hemsworth, que se saiu muito bem no papel de Thor. E outros casos com atuações de gala, que não pode deixar de ser comentada a do incrível e polêmico Robert Downey Jr, que não poderia pegar papel melhor do que o gênio da mecânica Tony Stark junto com o seu alterégo de tirar o chapéu. E também mostra a terceira substituição do personagem Hulk, que agora traz o ator comovente Mark Ruffalo que foi muito bem visto no filme. Joss Whedon trouxe nenhuma supervalorização de nenhum personagem, o que foi uma jogada ótima que rendeu elogios e o cargo de diretor definitivo da SAGA. O que fico feliz para o diretor do filme ''Serenity'', no qual tenho uma admiração pessoal. 

 


Agora falando dos famosos mutantes que praticamente são a maior franquia na MARVEL. Os X-men são donos de uma legiãode fãs des de a era dos quadrinhos, até a era das animações. De novo com a dupla lendária Lee e Jack, desta vez trousceram uma super massa de personagens fictícios, formando uma legião de mutantes e histórias  incansáveis. Os quadrinhos e principalmente os primeiros desenhos animados, foram de deixar todo mundo pirando com aquela inovação e tudo aquilo de uma escola para mutantes e um universo muito mais amplo a ficção jamais visto em todas as outras obras da MARVEL. Depois de muitas HQ’s lançadas do universo mutante, estava na hora de por toda aquela ação lida nos cinemas. O diretor Bryan Singer foi o escolhido para a nova era da ficção nas telonas, e no ano 2000 saiu o tão aguardado filme. Teve uma boa impressão para o público, mas como todas as obras, nunca rola aquela aflição que você ja lia antes, afinal você ja tinha um conceito sobre aquilo, e depois que você gosta de alguma coisa, ela sempre terá que seguir aquele padrão correto? Nem sempre , você tem que aceitar que uma coisa é diferente da outra, e não se deixar levar que você vai ver aquilo que você acha que é. Com várias estrelas como Ian Mckellen ( o glorioso Gandalf). Mas o público junto com os diretores resolveram supervalorizar o personagem Wolverine ( Hugh Jackman), que até então ja tem dois filmes solo (X-Men origens: Wolverine e Wolverine Imortal). Os filmes atuais da saga ainda não superam os quadrinhos em absolutamente nada, mas a novidade de ter uma mídia nova para você ver suas obras da velha guarda, de uma maneira inovadora. Como os games dos X-Men, que hoje em dia são muito bons. Ainda temos o lançamento do novo filme da SAGA neste ano de 2014, e tomara que quebre um pouco esta supervalorização do grande Logan, ou então que não seje daquela forma exagerada mostrada em X-Men 3.

 

De certa forma só temos que agradecer a MARVEL por nos dar todo este entreterimento nerd e claro, aos mestres Stan Lee e Jack Kirby por serem os responsáveis por milhares prateleiras ja sem espaço para quadrinhos espalhadas pelo mundo. E ao incrível Jon Simon por começar todo este conceito de escrita e desenho levado ao mundo.



                                                            


Até a próxima tetinhas


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Namorando ao conceito da vida

No dia 12 de outubro no ano passado conheci uma garota extremamente interessante, daquelas garotas que faz você pensar se ela realmente é o que gostaria que fosse. Ma é claro que ela não era. Ela não é a garota dos meus sonhos e nem aquela menina super inteligente que eu sempre desejei. Ela é aquela garota que assiste ‘’The Vampire Diaries’’ que eu sempre criticava. Aquela garota que me fez assistir todos os filmes do ‘’Harry Potter’’. Aquela garota que nos fazemos as coisas só para vela feliz. Aquela garota que me deixou inseguro e sempre pensando ‘’Será que essa coisa vai dar certo?’’, ‘’Será que vou magoa-la? E ser odiado por ela a vida toda?’’. Todo esse pensamento clichê adolescente me fez ficar de ponta cabeça na minha relação amorosa. Até que decidi oficializar isso e trazer uma maneira de pensar tão confortante que posso espalhar para outros leitores e fazer com que o namoro seja transformado em uma coisa muito natural.

(Rá, tetudo sua bixa. Deixou de escrever sobre coisa boa e vai começar a escrever viadagem agora!). Pois é, a uns três anos atrás eu pensava deste jeito. Mas o namoro é uma relação enigmática, pois simplesmente dois jovens assumem um compromisso gigante sendo que tem uma vida inteira pela frente. Você aceitaria perder seu futuro brilhante por causa de uma relação momentânea? Depois de me comprometer a isso, resolvi pensar muito e tirar aqueles velhos conselhos com os pais. E tudo o que colhi foi que o namoro é uma passagem breve, e que na maioria dos casos só te deixa de cabeça cheia. Eu não tiro a razão deles, pois a maioria namora deste modo. Alguns namoram umas quatro vezes por ano. Outros firmam por longos anos. Mais todos eles tomam mágoa quando rompem. E a ultima coisa em comum que a maioria deles tem, é a esperança de ficarem a vida toda juntos. E então por que namorar se você sabe que um dia provavelmente nunca mais vai querer sequer olhar para a pessoa do seu lado?

Meu conselho é para apenas viver. Como? Não leve o namoro a sério, por mais que você tenha assumido um compromisso. Não o leve, tenha sempre o seu canto e a sua vida. Faça sempre as coisas a sua vontade e não se afaste de quem te ajudava antes. Não troque sua família e aquelas amizades antigas. E não deixe de amar a você mesmo. Leve seu namoro de uma maneira natural sem pensar no futuro. Faça ela(e) feliz  a cada momento que vocês estiverem junto. Deixe rolar. Sei que esta frase é coisa de ‘’Rapper’’, mais é uma realidade. Quando uma relação gera muitas preocupações e compromissos, ela se torna cansativa. Se você mantém um relacionamento equilibrado e com momentos descontraídos só para cada um do casal, ela pode durar anos, gerando até casamento. Aproveite ao máximo o namoro e cada momento que ele oferecer, mais nunca deixe de viver a sua vida individual, pois vai ser ela que vai fazer você pensar no que esta ao seu redor.

Um relacionamento é assim, cheio de dúvidas. Isso é uma coisa normal, por mais que você ache que não, nunca faz jus a sua expectativa. Tenho uma grande consciência das coisas que escrevi aqui e acredito nelas. Comecei esta vida agora, e não pretendo parar tão cedo. Pretendo levar minha vida amorosa como apenas 10% de toda a minha vida. Mais esta pequena porcentagem vai me fazer feliz o suficiente por muito tempo.

Espera que este post um pouco descontraído ajuda algumas cabeça. E aos revoltados, o próximo post vem com uma dose extra de resenhas. Beijo da TETA. Bye

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A estranha escravidão Americana

Recentemente fui conquistado por um filme americano chamado ‘’12 anos de escravidão’’. Um filme incrivelmente bem atuado com um elenco de dar inveja a qualquer outra obra do estilo de relação histórica. Dirigido por Steve Mcqueen, nele é contado o relato real de um negro (termo se referindo a situação do filme) com um talento imenso para a música chamado Solomon Northup, que foi enganado por pessoas que se passavam como colegas de trabalho, e vendido como um escravo para uma fazenda em Louisiana. Primeiramente antes de entrar no assunto, gostaria de recomendar este filme muito bem feito e interpretado por Chiwetel Ejiofor, onde é mostrada todo o tratamento dos negros pelos seus líderes e patrulhadores em todas as plantações, principalmente a de cana.

A intenção deste post era elaborar uma resenha sobre o filme, mas meu pensamento era sempre confuso com todo este lance de escravidão, e então dediquei uma semana pesquisando sobre este assunto, e finalmente entendi todo o início e as melhorias na mão de obra e a grande reforma que aquilo fazia no mercado capitalista, devido ao pagamento de funcionários que ali não existia, e a todo o sofrimento que dos negros devido aos anos de tortura, e a quase nenhum dos direitos que eles tinham na época.


O escravismo dominava a maior parte do Sul dos Estados Unidos. Onde a economia era levada adiante somente pela a agricultura não assalariada. Um dos fatores que marcou a escravidão para sempre, foi o tráfico de negros ‘’boicotados’’ por pessoas de contatos fortes com agricultores, onde era dado alucinógeno na maioria das vezes, para serem vendidos como miseráveis. Muitas vezes eram até negros ricos cortando os imensos pés de cana, negros com talento enorme, tal como você pode ver no filme, que de uma hora para a outra eram levados a anos de sofrimento. As mulheres negras na maioria dos casos eram estupradas  pelos seus mestres, e seus filhos guardados pelos traficantes para serem vendidos mais caro na adolescência.

Em 1860, os Estados Unidos traria a tona Abrahan Lincoln como presidente do País, e com ele uma guerra civil entre o regime escravista contra o capitalista. Uma guerra que quase levou a falência do estado de Washingtom e deixava todos os negros livres, porem agora todos morando nas ruas. Por isso os negros sofrem muito racismo na época de hoje, pelo o tempo de convivência deles com a rua, e vistos como marginais pelo o resto do sul.

A relação escravista da época com os outros estados não era muito amigável. Viviam com uma concorrência de fins e fundos lucrativos sem fins. Obviamente os escravistas venciam a disputa pelo o fato de não serem assalariados, enquanto os capitalistas geravam um lucro menos devido a ocupação de funcionários e os tempos de desligamento diário para descanso, onde gerava uma perda de trabalho e lucro de cada empresário do ano de 1800 em diante.

Certamente os regimes estão bem melhores agora. Com o escravismo extinto e junto com ele uma era de sangue e sofrimento, o mundo respira um ar mais livre. Mas infelizmente ainda e vamos contar muito com os ignorantes racistas que habitam no nosso mundo, onde pensam que uma cor de pele pode mudar meu respeito perante o outro.

Até a próxima ‘’ My Friends’’ 

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

O Épico ‘’Spartacus’’

No ano de 1960 sairia um dos maiores incentivos para a até então pequena produtora STARZ, uma das primeiras obras do gênio Stanley Kubrick (Diretor de ‘’Laranja Mecânica’’), foi o desconhecido mito de Spartacus, que foi um tanto que lembrado pela a iniciativa de Stanley. Já no ano de 2010, a produtora Americana STARZ decidiu lançar um seriado com um elenco digamos que inusitado, resurgindo personagens da minha infância como Xena (Lucy Lawless), John Hannah (A Múmia) e Craig Parker (Senhor dos Anéis), porém agora todos atuando em papéis épicos. O elenco com um protagonista desconhecido, porém com uma atuação de gala, Andy Whitfield que vinha a falecer pouco depois do término da primeira temporada, no ano de 2011. No tempo de recuperação de Andy, a produtora e o diretor já consagrado pela triologia fraca do Homem Aranha, Sam Raimi, resolveram produzir uma minissérie de seis episódios colocando em ponto agora a história de outro protagonista chamado Gannicus (Dustin Clare). A minissérie de nome ‘’Spartacus: Gods of the Arena’’ teve um aproveitamento gigante que pode ser estendido até nas outras temporadas da história do próprio Spartacus. Poucos anos depois já com sua fama, a série contou com o substituto de Andy, Liam McIntyre que conseguiu se empenhar para uma incrível e sem cópias dos métodos do antigo ator de interpretar. Nas outras duas sequências existentes, ‘’Vengeance’’ e ‘’War of the Dammit’’, o ator de nome desconhecido fez com que os fãs da série não se preocupassem, e mostrou isso em uma atuação brilhante em cada cena.


A série contou com vários elementos importantes, mas ninguém pôde deixar de reparar em dois deles, foram as várias cenas de sexo e brutalidade, que foi a característica da série. Muita gente criticou esses elementos por ser desnecessário. Eu por outro lado acho muito necessário se a intuição do diretor é mostrar um sério realismo na época, o que nesse caso o Sr Raimi conseguiu muito bem, pois os relatos da Roma antiga não são nada agradáveis. Infelizmente Spartacus decaiu um pouco no meu conceito pela má seleção do elenco nas últimas temporadas, em vista da primeira com aquele elenco bem formado e atuado, elas decaíram no sentido de inexperiência, onde no meu ver as cenas foram bem mortas para um papel épico. Não estou dizendo que os atores era ruins, mas achei que para aqueles papéis, eles foram bem ruins, como o papel de Julius Caesar na última temporada interpretado por Todd Lasance.


Colocando em mesa agora o roteiro da série, que foi lindamente escrito de uma maneira tão fluída na primeira temporada que fez com que a série ganhasse uma incrível característica de que em todo episódio sempre acontece algo que todos em cunjunto conseguem resolver no mesmo momento, isso foi uma das coisas que mais me deixou boquiaberto na série, de não ver toda aquela famosa ‘’encheção de linguiça’’.  A história da série começa de uma maneira desconhecida mostrando Spartacus um dos importantes soldados Trácios, que são chamados para ajudar Roma em uma guerra contra os selvagens. Depois do término na primeira batalha, os Trácios são traidos pelo comandante Glaber, e então são todos capturados e levados para Cápua, onde existe uma enorme arena de gladiadores. Lá o Trácio surpreende o mundo matando brutalmente seis gladiadores muito bem armados, e então o Lanista (treinador de gladiador) se ve encantado pelo seu desempenho em batalha, e sem pensar duas vezes, o compra para treinar em seu Ludus (local de treinamento). E então dali, é chamado de Spartacus dês de o começo da série, até o final da quarta temporada, onde esta liderando um exército de escravos rumo a destruição de Roma, e protagonizando o melhor final de série que eu ja vi.


Tenho um carinho especial por Spartacus por ser um dos responsáveis pelo meu vício em séries, e também é uma ótima obra para os fãs de ‘’300’’ do diretor Zack Snyder. Recomendo para todos os fãs dos estilo épico literário. 

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

A era NINTENDO

Poderia descrever esses post já começando a falar que foi com essa companhia que surgiu toda a revolução dos games de hoje em dia. Não vou falar que se não fosse pela a Nintendo não teria nada do que tem hoje. Mas essa com certeza foi a primeira empresa a apostar forte em todos os poucos recursos que a década de 80 oferecia em games. Saindo de uma empresa de cards para um meio tecnológico super concorrido, e ter a brilhante jogada de simplesmente inovar e inspirar o mundo dos games.
Como essa foi uma era gostosa na vida de muita gente, é de responsabilidade minha não pular nenhum detalhe da história dessa companhia tão querida por TODOS os gamer’s da velha guarda.

Pelos meados dos anos 80, a famosa empresa de cards da Disney passava por maus momentos financeiros, e de repente, decidiu passar para o mercado dos Fliperamas que tinham como um dos patrocinadores, a grande Bandai, criadora do excelente ‘‘ Metal Gear’’. Já falindo nesse meio, foi contratado o designer Shigeru Miyamoto (LENDA) que já trabalhava na Nintendo, para desenhar um game em 8 bits, pois era o que o processador suportava na época. E nesse pequeno game de amostra, saiu uma das maiores sagas da história dos games, ‘‘ Donkey Kong’’. Logo depois, a empresa pegou quase todos os games do seu antigo fliperama e desenvolveu para uma plataforma menor, que logo o Japão lançaria como Famicom e o mundo conheceria como Nintendo, ou melhor, Nintendinho para os brasileiros. Feito isso, em um tempo definitivamente rápido, foram vendidas mais de 60 milhões de cópias e então, a indústria dos games foi salva de uma maneira onde aposto que nem mesmo eles achariam que seria assim. O dono da empresa Hiroshi Yamauchi decidiu levar todas as suas franquias para qualquer lugar que todos os fissurados por games da época fossem, onde no final dos anos 80, foi lançado o inusitado Game Boy, onde ouve um impacto pelo fato de ser um game portátil.

Em 1991 o mundo se chocaria com um console que faria todos quebrarem a cabeça e ficarem o dia todo jogando. O incrível Super Nintendo (SNES) foi o responsável de uma geração incrível, levando seus 16 bits flutuar por cima da sua concorrente SEGA que mesmo com o seu processador sendo mais forte, não conseguiu tirar as incríveis franquias como The Legend of Zelda, Donkey Kong, Metroid e claro Super Mario World, do topo do mercado mundial. Essa com certeza foi a era dos games, onde a Nintendo dominava de uma maneira em que nem uma outra empresa tecnológica competiria de frente com os gênios japoneses.

Em 1996 saiu a tão esperada nova geração dos games, e a Nintendo não poderia faltar na inovação, e lançou seu Nintendo 64, onde se encontravam 64 bits e junto com eles, a sua maior concorrência, vinda de antigos trabalhadores da empresa que partiram para um projeto mais avançado e que a partir dali, dominaria totalmente o mercado, a gigante SONY lançava o Playstation, que tinha como projeto ser rodado no Nintendo, mas o diretor Hiroshi Yamauchi viu o fracasso de outras empresas que tentaram o mesmo, e decidiu não investir nesse meio.
Em 2001, foram aproveitados os meios do 64 e criado o GAME CUBE, onde continha um processador mais aprimorado e uma capacidade de cor maior. Mas foi totalmente parado com o Playstation 2 e o X-BOX (agora da sua nova concorrente Microsoft), e caiu para a 4ª colocação no mercado tecnológico.



Infelizmente peguei somente o final da era Nintendo, mas lembro-me até agora que minha vó vinha trazendo em uma sacola branca, e dentro daquela caixa imensa o que seria o responsável pelo meu vício em Vídeo Games hoje em dia. Confesso que a SONY e a Microsoft bateram totalmente, mas nenhuma delas vai ter o impacto emocional que os Japoneses da Nintendo trouxeram. Franquias que pretendo citar aqui no meu blog como ‘‘The Legendo of Zelda’’ e a minha favorita ‘’ Donkey Kong’’. Não me interessei nada pelo Wii e Wii-U, e gostei bastante do UPDATE que fizeram com os portáteis, que deu início ao 3DS, mas para mim a SONY continua dominando frouxo o mercado. Mas com certeza o Super Nintendo foi o console da vida de muita gente por ai.

Alguns Casts aqui que me ajudaram com este conhecimento da galera do 99vidas.
Até mais pessoas

http://99vidas.com.br/

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

‘‘A Vida Secreta de Walter Mitty’’

Recentemente fui ao cinema assistir um dos filmes que mais retratou o meu estilo de pensar. Ben Stiller não se satisfez  ao dirigir o grande ‘’Trovão Tropical’’ que me fazer rir como ninguém, recentemente dirigiu uma outra obra incrivelmente bem pensada e atuada por ele próprio. Com um elenco ótimo e bem atuado, foi fácil para Stiller simplesmente por seu roteiro para fazer as imaginações voarem dentro do cinema.


O filme retrata a iniciativa criada por Walter Mitty (Ben Stiller), de se aventurar pelo mundo atrás de uma foto tirada pelo fotógrafo consagrado Sean O'Connell (Sean Penn). Walter é um armazenador e revelador de negativos para a consagrada revista LIFE, que já estava no seu fim. Com 16 anos dedicados a profissão, ele tem uma responsabilidade gigante nas mãos de revelar a capa da última edição da revista. O fotógrafo Sean, tem uma admiração gigante por Walter apenas pelo seu trabalho, logo depois do término de seu trabalho recente, ele envia para Mitty alguns negativos para a edição final batidos por ele mesmo, e junto foi dito por uma carta que neles continha o número 25, que era a melhor foto e que deveria de ser a capa. Logo na revelação dos negativos ele percebe que no rolo não contém ele, onde ele começa desesperadamente a procurar por tudo. Sem pensar no que fazer ele ganha uma grande influência, que foi de sua paixão momentânea, sua colega de trabalho Cheryl (Kristen Wiig), então ele resolve do nada correr atrás do foto jornalista Sean, agrupando todas as fotos e ganhando pistas, ele descobre que está na Groelândia, onde rapidamente voa para o País.
O produtor de nome já consagrado  Samuel Goldwyn, Jr, foi extremamente feliz em contar com um elenco tão competente, embora os mais existentes no filme fossem poucos, o filme contou com uma vivência enorme. O fato mais importante do filme, com certeza é as recaídas que o protagonista tem. Quem nunca esteve andando no ônibus e de repente se imagina em um lugar que acabou de passar  fazendo alguma coisa super incrível ali? Pelo menos eu sempre faço isso, e até demais. O incrível do filme foi a jogada de mostrar a todos que é possível você fazer tudo isso e mais um pouco se você se empenhar pelo menos no mínimo. A não ser que você queira soltar fogo pelos olhos, isso a ciência vai demorar um pouco para tornar possível. Outra coisa que me chamou muito a atenção, foi a dedicação e as reações do protagonista (SUPER BEM INTERPRETADO PELO BEN) de todos os acontecimentos do filme. Ele expressa muito amor pelo seu trabalho, e a segurança que ele tem em fazer aquilo é enorme, isso pode ser notado quando ele perde o negativo, ele um tanto que não se acredita que ele perdeu, ainda que a revista foi comprada e um gerente de transição chamado Ted Hendricks (Adam Scott) esta apurado demais para a foto, onde em um momento do filme ele se imagina em sua ‘’vida secreta’’ tendo um momento inusitado com o gerente.


‘’ A Vida Secreta de Walter Mitty’’ me fez ver somente pontos positivos. Fiquei inacreditavelmente surpreso como o filme retratou o tema de sua vida. Isso me fez querer recomendar e comentar o filme com muita gente. Obra que fez Bem Stiller subir muito no meu conceito e me fez reviver muitos momentos ‘’gostosos’’ no meu dia a dia, como reviver coisas que fazia na infância.

É isso ai, uma imensa atração da Century Fox, e até a próxima. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Fantasia vs Ficção Científica

Uma das dúvidas frequentes entre jovens e outras pessoas no geral, é a dificuldade em diferenciar uma obra de ficção científica, com uma obra de fantasia. Quais os principais pontos que fazem uma se opor a outra? Isso é muito fácil de perceber.  Dificilmente uma obra de ficção científica vai ter os mesmos fatores característicos iguais em seus universos ou personagens, a não ser pelo método emocional. A única semelhança em roteiro, é que ambos os mundos são mudados radicalmente de uma maneira que chamamos de ‘’High Fantasy’’, onde poucas delas são mescladas com o mundo urbano. Algumas obras são exceções, onde conseguem fazer a obra Fantástica no meio do mundo urbano, utilizando uma mitologia, que foi o caso de‘’Percy Jackson’’ e outra um pouco diferente que acontece em um universo escondido, ‘’ Harry Potter’’. No mundo da ficção isso ocorre bem mais fácil e de uma maneira ‘’menos impossível’’, pois se vive corretamente na realidade, quando de repente um acontecimento absurdo faz com que o padrão realístico mude completamente. Pode ser o caso de obras como ‘’Predador’’, ‘’Eu Robô’’, ‘’X-Men’’ entre outras. ‘’ Ta tetudo, mais qual a diferença entre elas? ’’. Vamos aos fatores que diferenciam esses dois gêneros.

Ficção Científica: O grande ‘’Sci-Fi’’, que tem como o gênero favorito dos verdadeiros nerds, leva como prioridade destacar os fatores da Ciência e Tecnologia. Foi praticamente elevado e criado no século XX e muito mais aprimorado no XXI, por grandes produtores dos antigos ‘’Star Trek’’, ‘’Doctor Who’’ (que muita gente leva como Fantasia), ‘’Star Wars’’etc...
 Existe a Ficção Científica SOFT, que mostra o desenvolvimento dos fatores pelo meio mais futurístico e inteligente, como por exemplo em ‘’ Máquina do Tempo ’’, que pode ser mais usado em um meio urbano, ou então um elemento específico considerado impossível, que faz tudo girar em volta dele.  E a Ficção Científica Hard, que já lhe oferece uma estrutura muito bem montada em um meio tecnológico super avançado e muito além do impossível para o momento atual em que vivemos, podemos ver exemplos em filmes como ‘’Blade Runner’’ entre outros.
. Muitas obras foram transformadas em fantasia, como por exemplo’’ Frankenstein ’’, que era considerado Ficção uma obra fictícia em sua época devido a todo o aprimoramento tecnológico e científico que apresentava, mas ao longo do tempo, o personagem foi utilizado em Universos Fantásticos por outros produtores. 

Fantasia: Se tornando um ícone imenso nos games de RPG, o ‘’Universo Fantástico’’ gira em torno de um novo mundo, com novas regras, seres vivos criados pelos autores e algumas vezes podem vir de alguma mitologia como a Grega e a Suméria. Um exemplo que resume perfeitamente a Fantasia, foi praticamente o criador dela, J. R. R. Tolkien, criador de várias obras fantástica e da maior delas, a saga ‘’ Senhor dos Anéis’’ que criou um padrão de sociedade em obras literárias jamais vistas em todos os anos. Foi o criador dos Elfos, que são utilizados por escritores até hoje. A fantasia tem como seu elemento principal a magia, todo uma estrutura mágica como os contos de fadas estilo Disney (mesmo sendo bem criança). Como sitei no início, os games de RPG são praticamente 99% baseados em fantasia, os incríveis ‘’ dungeons and dragons ‘’ e ‘’World of Warcraft’’ entre outros, são de uma estrutura em um universo que da a oportunidade de você se recriar em um mundo onde completamente  todo o padrão foi reformulado do estilo ‘’High Fantasy’’, onde toda a estrutura é mudada.


Coloquei todas as minhas opiniões em ambos os assuntos, claro que podem ter coisas que faltaram, mas ao longo do tempo postarei resenhas de várias obras de ficção científica e fantasia. Assim podemos ver todas as diferenças e os pontos impactantes de cada obra.