Finalmente falando agora de obras Brasileiras, quebrando este ritmo gringo que praticamente é o mais reconhecido mundo a fora. Em 2013 o ilustrador e desenhista Affonso Solano provou para todos seus seguidores fissurados na cultura pop e que acompanham os incríveis podcast do “Matando Robôs Gigantes” atuado de maneira cômica e inteligente, de que sua capacidade e talento não estavam somente em criticar e desenhar. No ano passado os fãs da literatura fantástica foram presenteados com o primeiro universo fantástico criado por um Brasileiro de uma forma descente e completamente inovadora, “O Espadachim de Carvão” é aquele tipo de leitura que você se fixa a cada detalhe, a cada cenário que a escrita te retrata e a cada personagem exótico que aparece. O mundo é chamado de Kurgala, que a um tempo era governado por quatro Deuses. Em Kurgala existem criaturas estranhas, de várias raças e aparências, mas o que elas tem em comum, é que todas elas são civis, e vivem junto em um mundo padrão com comércio, leis entre outras coisas. Em uma ilha sagrada se encontra um jovem de pele cinza, chamado Adapak, filho de um dos quatro deuses de Kurgala. Vivendo com uma vontade fervente de ver o que acontece mundo a fora, Adapak vive estudando tanto sua sabedoria quanto a sua habilidade em combate, até que um dia se vê obrigado a sair para explorar todo o mundo e suas corrupções a fora, pois esta sendo perseguido por seres misterioso e deseja saber o porquê de tudo isso. A linguagem é escrita de uma maneira muito inteligente e direta, fazendo com que você se prenda para compreender cada detalhe e acontecimento oferecido de um universo completamente diferente. O livro é escrito de maneira bem simples e fácil de entender, o que achei uma ótima sacada, fazendo com que não seja enjoado e chato de ler, como acontece em várias obras. Se você gosta de histórias diferentes, essa é uma ótima recomendação, porem fique com outra coisa já engatilhada pois o livro é bem curto e fácil de entender.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Outlast
300 - Rise of Empire
Em 2006 foi lançado o grande banho de sangue que todos aqueles fissurados por batalhas medievais gostariam de ver em uma obra épica. 300 foi o responsável pelo inicio do muito usado ‘’Slow motion’’ em filmes de guerra, com uma influência tremenda na serie Spartacus. Agora em 2014 com muitos efeitos de vídeo renovados, a continuidade da saga da Grécia em busca da vitória contra a Pérsia comandada pelo “Deus Rei” Xerxes l (Rodrigo Santoro), traz um cenário diferente do filme anterior, pois agora as batalhas acontecem na maior parte do tempo no mar, onde prega o comando da marinha Persa com sua história nada ortodoxa Artemisia (Eva Green), enfrente o Grego com uma capacidade, inteligência e destreza em combate incrível chamado Temístocles (Sullivan Stapleton), que vive somente para honrar e proteger sua nação. O roteiro do filme que foi adaptado da HQ de Frank Miller é incrível, pelo menos em minha opinião, ele contorna cada situação de uma maneira ótima, não deixando o clima nem confuso e complexo, o suficiente para fazer você entender cada elemento que a obra te traz e todos os momentos paralelos que ocorre entre a história do primeiro filme com a história do segundo. Um incomodo para mim foi o elenco fraco, tirando alguns integrantes do filme, foi péssimo e com atuações de deixar qualquer um pensando “que porra é essa cara?”, o filme foi o responsável pela a pior morte dramática que eu já vi na minha vida, e também o protagonista interpretado por Sullivan não me convenceu em nenhum momento do filme, mas isso foi compensado pela a ótima proposta que seu personagem trazia. Um destaque incrível foi a atuação de tirar o chapéu, a roupa e tudo o que tem direito, foi a atuação incrível a atriz Eva Green mostrando todo o seu potencia de uma vilã daquela de deixar qualquer outro comandante de qualquer filme do estilo medieval no chinelo. Uma vilã diferenciada capaz de fazer qualquer coisa pela a vitória, e também ela causa o dever de mostrar para todos ao seu redor que ela esta no comando, e o que ira acontecer se um deles falhar, e isso fez dela uma personagem fantástica que já valeu o filme, todo o modo de como ela lida com a situação, fazendo todo o cenário e o momento girar a sua volta. Um filme que peca feio em alguns aspectos, e compensa bonito em outros.
Carrie 2013
Stephen King dirigiria um remake de um filme ja incrivelmente feito pelo antigo diretor dos anos 70 Brian de Palma, mas a história ja tinha sido escrita pela a lenda super consagrada pelo horror ficticio no mundo todo. Depois de dar pitacos em ''O Nevoeiro'', ''O Iluminado'' e até na série ''LOST'', o gênio decidiu por as mãos em uma de suas obras mais consagradas e fazela visualmente do seu jeito. Ela foi um poco criticada pela pouco inovação do filme anterior, e pela bela Chloë Grace Moretz como a atriz bonitinha e que não tinha nada de estranha como protagonista. Eu certamente discordo pois ela atuou de uma maneira tão estranha e boa que até me convenci de que ela era maluca. Um filme bom, mas que ainda não bate a versão de 76. Porém a história segue muito de acordo com a original, e esta longe de ser pior que aquela coisa horrível da continuação de CARRIE 2. É recomendado para aqueles velhos fãs de Stephen, para quem gosta de ver suas obras incansáveis.
Prince of Thorns
O Americano e Britânico Mark Lawrence, veio a escrever a até então desconhecida ''Triologia dos Espinhos''. Com todos os três livros ja lançados nos EUA, a editora DARKSIDE vez como sempre um trabalho incrível na belíssima edição do primeiro longa Prince of Thorns. Que conta a história de um muleke de 14 anos, que assiste a morte de toda a sua família da mais alta realeza Ancrath, e cai do alto de um castelo direto em uma árvore de espinhos, onde é resgatado por um senhor, que cuida de seus ferimentos até acordar. O livro retrata incrivelmente os fatos, e recomendo para todos os fissurados no estilo Bernard Cornwell, pela maneira fluida do personagem ter que fazer o que for preciso para ele sair o vencedor. O protagonista fictício Honório Jorg faz o que for preciso por poder, e tudo pelo desejo de vingança. O livro mostra momentos de raiva do próprio Jorg, mas de entendimentos por sua parte, devido a toda sua história e sofrimento. Recomendado pelos fãs de fantasia.
The Last of US
Em 2013 a SONY anunciava um dos games que deixou o povo mais apreensivo naquele momento. A consagradíssima Naughty Dog, criadora da triologia Uncharted, parecia ter total conhecimento do que o seu mais novo game vinha a trazer. Conhecido por muitos fissurados pelo horror, como o maior survival horror de todos os tempos, The Last of US trouxe um novo sistema incrível em terceira pessoa, e aquilo que todos dos viciados em sobrevivência queriam em um game, como criar bombas, armas, medicamentos, e muitas outras coisas. Na opinião de muita gente, foi o melhor jogo da última geração disparado, ganhando do atual e aguardado GTA V. Confesso que o game me prendeu muito, e tem alguns defeitos gráficos, mas a jogabilidade e a história, junto com a trilha sonora, nisso ninguém do mundo pode por defeito, com inovações incríveis, tanto gráfica quanto na mecânica do game. Na sinopse você controla o velho Joel, que é bem mal encarado devido a um ocorrido no começo do game, que deve levar a mocinha Ellie para um grupo rebelde chamado Vagalumes, que acreditam que ela é a cura para tudo o que se passa no mundo. Outra grande observação, é que os monstros também são inovadores. Sem aquela coisa de Zumbis clichê, e sim pessoas com um certo tipo de raiva, que liberam fungos pelo corpo e sofrem um tipo de deformação. Um game incrível para você tirar suas conclusões jogando o dia todo.
Hércules 3D
Em mais um dos outros filmes da mitologia Grega de hoje em dia, o novo Hércules 3D trás uma supervalorização nas cenas de luta e ação. Uma história bem feita e na minha opinião mal aproveitada. Mas isso é quase despercebido, pelo que foi visto o que o filme promovia ao espectador foi mesmo as cenas de ação, e nisso eles não pecaram nem um pouco, trazendo uma ótima movimentação dos personagens e uma visualização de deixar de queixo caído. Pelo fato do filme ser patrocinado pela Paramount, não teve muito sangue, o que deixou um pouco sem graça pelo estilo 300 do filme. Algumas coisas não me deixaram muito feliz, como a escolha do ator como Hércules, que foi interpretado por Kellan Lutz, que onde me recordo fez uma coisa chamada ''Crepúsculo'', e o grande semideus não pode ser visto como um ''modelinho'' da Grécia. E também deixou a desejar na história, fato que não me incomodou muito, pois o que salvou o filme foram as incríveis atuações de Scott Adkins que fez o lendário (Boyka), e Liam Mcintyre, o incrível substituto de Andy em Spartacus. Onde pareciam super veteranos atuando. Hércules trás uma obra fraca em roteiro, mas comovente em acão.
Da Vinci's Demons
Uma série bem pouco assistida, Da Vincis Demons ganhou meu conceito com aquela boa e velha apelação para o lado histórico da STARZ. Rede já consagrada por Spartacus, Da Vincis conta a história do enigmático Leonardo Da Vinci de uma maneira desconhecida. O não reconhecimento do público veio na minha opinião, por causa do pouco interesse em cultura de hoje em dia no mercado das séries. Nessa obra você pode ver um crescimento incrível em fatos históricos muito desconhecidos, e também acontecimentos de te deixar com a cabeça girando e pensando ''será que isso aconteceu mesmo?''. Da Vincis Demons conta com uma fotografia de tirar o chapéu, mas ainda tem um elenco com atuações fracas e algumas cenas que se deixam ser ruins por falta de entusiasmo. Uma série com um bom roteiro e muito interessante.
The Following
Em uma série meio que pseudônima de Dexter, Kevin Bacon interpreta o policial Ryan Hardy onde corre atras enlouquecidamente do Serial Killer Joe Carrol (James Purefoy) que tem uma maneira ortodoxa de matar mulheres seguindo os passos do escritor e poeta, Edgar Allan Poe. A comparação com dexter no começo é meio que errada, pelo fato da história ser meio diferente, mas o modo como as cenas fluem, é bem semelhante. As atuações são incríveis, Bacon fez um papel muito bem interpretado de uma maneira muito bem construída pelo diretor Kevin Williamson. The Following vem ganhando um publico imenso pelo seu procedimento literário, no qual pode ser notado pela a linguagem do filme. Uma série recomendada pela FOX e por mim, por me fazer assistir uma ótima obra de ''Serial Killer'' onde fazia muito tempo que nada me fazia a cabeça.
terça-feira, 20 de maio de 2014
La Teta #18 – “Espetacular Homem Aranha 1 e 2, South Park: Stick of Truth e Fios de Prata: Reconstruindo Sandman”

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